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Privatização dos espaços públicos 2 de fevereiro é um precedente muito perigoso

Apesar do sucesso da Enxaguada a prefeitura precisa refletir sobre a liberação dos espaços públicos para eventos privados durante a Festa de Iemanjá antes que essa prática se multiplique e acabe descaracterizando a essência da festa popular, estimulando a “camarotização” do bairro. A ocupação de praças, passeios e até estacionamentos públicos acaba expulsando das ruas os verdadeiros atores da festa. Muitas vezes uma inciativa que em principio pode parecer muito boa é o inicio de um grande problema. Começa com uma concessão e não demora muito para virar regra. Até porque, muitas vezes o poder público enxerga nisso a possibilidade arrecadar sem levar em conta que essa postura pode acabar com uma das festas mais bonitas do calendário de festas populares de Salvador que nasceu e cresceu de forma espontânea. As entidades do bairro também tem responsabilidade com isso. É bom lembrar como a violência cresceu no Carnaval com a privatização das ruas pelos blocos de corda e aumento dos camarotes, depois que as autoridades perceberam isso agora já estão revendo essa tendência aumentando cada vez mais o número de blocos sem corda. Uma festa de largo com espaços públicos fechados muda totalmente o perfil. Essa festa não é apenas uma festa do Rio Vermelho, ela é da Bahia conhecida em todo o Brasil e no exterior, motivo mais do que relevante para ser olhada com cuidado redobrado.

Privatização dos espaços públicos 2 de fevereiro é um precedente muito perigoso

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