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O presidente da Amarv alerta sobre a necessidade de PEVs e mobilização de catadores de materiais recicláveis

O presidente da Amarv alerta sobre a necessidade de PEVs e mobilização de catadores de materiais recicláveisA coleta seletiva será implantada em outubro em Salvador, a partir de projeto desenvolvido entre a prefeitura e o Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), orçado em R$ 40 milhões. Segundo a Secretaria Municipal Cidade Sustentável, o Comércio será o primeiro bairro a contar com o serviço, seguido, numa etapa inicial, de Itaigara, Pituba e Caminho das Árvores.

A capital baiana só conta com poucas cooperativas e catadores autônomos. Pela pesquisa, Salvador foi um dos 927 municípios avaliados, mas os dados coletados, como população atendida e custos com o serviço, só chegam até o ano de 2012: 2013 e 2014 não têm estatísticas.

A notícia é recebida com alívio por moradores de áreas com grande volume de lixo, como o Rio Vermelho. A atuação de catadores, que, ao retirar os materiais recicláveis, espalham sujeira nas vias, é ponto a ser observado.

O presidente da Associação de Moradores e Amigos do Rio Vermelho (Amarv), Lauro Matta, confirma que existe o problema, mas sinaliza que a associação já contatou a Limpurb nesse sentido.

"Há um mês fizemos uma reunião com a Limpurb e um dos pontos tocados foi a coleta seletiva. Eles ficaram de nos procurar e vou cobrar isso depois das eleições", prometeu o presidente.

"O problema com os catadores é que eles sujam as ruas quando recolhem o material. Acabam prestando um serviço e um desserviço ao mesmo tempo", disse.

Matta falou que a proposta da criação de PEVs e mobilização de catadores é perfeita para o Rio Vermelho, mas ressalta que a sensibilização tem que ir além disso.

"Muitas vezes, é uma questão de educação. É preciso ensinar a descartar o lixo de forma correta, mas a associação é muito para uma ação desse porte. Para se ter uma ideia, muita gente sobe o Morro das Vivendas para jogar resíduos no terreno baldio que fica perto da Faculdade Ruy Barbosa, e o lixo acumula", diz. Leia matéria completa no Jornal A Tarde.

Um comentário:

  1. Os moradores precisam colaborar separando o lixo reciclável do orgânico, é muito simples. Não adianta fazer um plano mirabolante de coleta e o cidadão não faz a distinção correta. O catador sofre com muito com o seu trabalho. Imagine você apalpando o saco de lixo, perceber que tem material de valor ali dentro, abrir o saco e dar de cara com uma fralda ou papel higiênico cheio de m......?! Ou o próprio cheiro da decomposição do lixo orgânico?! Não justifica, mas os catadores deixam a sujeira por casa disto, ter de recolocar toda a sujeira de volta, além da perda de tempo. Precisa repensar o modo como os condomínios colocam o lixo na rua, obrigar a construção de lixeiras, isso sem dizer o comércio!!
    Para muitas pessoas, esta é sua única fonte de renda!! Literalmente, a esperança vem do lixo!

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