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Confira ata de reunião sobre as obras de requalificação do Rio Vermelho

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10 comentários:

  1. Respostas
    1. Terezinha, essa construção absurda não consta do projeto e acho que os moradores deveriam se mobilizar para impedir isso.

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    2. Outra coisa, o texto do Blog refere-se à informação que obtivemos a respeito do responsável pela construção do referido trambolho, o que não exime a prefeitura de culpa, na medida em que autorizou a obra.

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    3. Hummmm Reunião para discutir o bairro acontece assim ?
      Não vou perder meu latim comentando.
      Que feio!

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  2. AMARV, é um absurdo essa representação do bairro que vcs tomaram para si. Queremos participar das reuniões, queremos convocação pública. Essas reuniões de portas fechadas atentam contra a democracia.

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    1. Anônimo, obrigada por seu contato, mas vc tem que dirigir essa critica diretamente a Amarv, o Blog não tem nada a ver com isso, apenas divulga as informações que recebe dessa Associação, bem como das outras existentes no bairro. Mas só para seu conhecimento a diretoria da Amarv foi eleita democraticamente com a eleição convocada por meio de edital publicado na imprensa local. O endereço eletrônico da Amarv é falecomamarv@gmail.com e o nome do presidente é Lauro Matta, portanto, a sua critica deve ser endereça a ele.

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    2. Carmela, é preciso não confundir a democracia representativa com o absolutismo da democracia representativa. Mesmo tendo sido eleita por 200 ou 300 moradores que tomaram conhecimento dessa eleição (eu não fiquei nem sabendo), a AMARV não tem nenhuma legitimidade de falar em nome no Rio Vermelho por si só. Essas reuniões fechadas com a prefeitura são imorais e ilegais do ponto de vista da participação. Observe no poder legislativo, onde nós elegemos deputados e senadores, as sessões são públicas, os projetos de maior impacto na população tem exigência legal de ser discutido em audiências públicas, com ampla divulgação, mesmo a gente tendo os eleito para nos representar. Sem qualquer intenção de ser arrogante e, desde já, agradecendo sua disposição para o diálogo, sugiro a leitura do estatuto das cidades e da constituição federal, que trata da política urbana e da participação popular. Se nem deputados, vereadores, etc, eleitos para nos representar, podem fazer isso de forma absoluta, quanto mais a AMARV, uma associação de 300 associados num bairro de 33 mil habitantes. Um abraço.

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    3. Olá, Carmela. Não sou o anônimo acima mas me senti a vontade pra responder. Ok, a diretoria da AMARV pode ter sido eleita democraticamente, mas você há de convir que a participação popular prevista pelo Estatuto das Cidades não se limita à associações, seja ela qual for, de eleições democráticas ou não.

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    4. Será por afirmar tanta idiotice que tu fica escondido como anônimo? Procure a AMARV, goste você ou não é por lá que deve começar. Não queira ser ativo só por causa da obra, seja ativo para o bairro, 24h.

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  3. Pelos processos transparentes e bondosos, a AMARV está mais para a AMARVada! A CAOR para caô! Que coisa feia! Como é que estas reuniões são divulgadas e se diz ter participação? De quem? Como? Em quais condições? Respeitem a diversidade e a maioria dos moradores do Rio Vermelho, inclusive os que não defendem ideias elitistas de ser contra a dita "favelização".
    Para ser ativo em um bairro ou qualquer espaço social nenhum cidadão precisa se submeter a vontades políticas específicas da Associação X ou Y. Participação pressupõe antes de afiliação a qualquer coisa, sentimento e ação republicana no sentido de preservar o bem comum, analisar os reais problemas de pública relevância.

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