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Quando a Academia homenageará nossos cantores populares?

Quando a Academia homenageará nossos cantores populares? (Opinião) Por Egnaldo Araujo

A honraria máxima, o Prêmio Nobel de Literatura, pela Academia Sueca, acaba de ser conferido a um cantor, o compositor BOB DYLAN o que, convenha-se, está a causar tamanho rebuliço nas comunidades intelectuais mundiais, sobretudo por dentre os mais radicais, com relação a só ser concedidas tais honrarias àquelas personalidades basicamente envolvidas em pesquisas científicas, vez que,com relação a escritores, contistas, ficcionistas, dentre outros, conta-se nas pontas dos dedos quantos receberam. Os Beatles foram recebidos pela rainha da Inglaterra, de quem receberam os títulos de Sir; Igualmente homenageados pela Santa Sé; Enquanto outros tantos cantores e compositores negros e brancos, e jogadores de futebol, igualmente o foram prestigiados com algumas medalhas e tiveram estátuas, suas mãos e pés perpetuados em painéis por esse mundão a fora.

MAS, QUANDO SERÁ?

A Contracultura de Dylan, felizmente acaba de ser reconhecida ao ser concedida importante honraria a um cantor, de certa forma, cidadão que nunca esteve fora de linha, e vez que, apesar de seus 75 anos, começa a trilhar um percurso aparentemente como nos idos de seu inicio de carreira, politicamente discutível.

NA SUBIDA DO MORRO

Aqui no Brasil, estarão habilitados a serem homenageados devidamente, cantores como Roberto Carlos; Chico Buarque; Caetano Veloso, Jerry Adriani; Buxexa; Jorge Veiga; Emilinha Borba; Marlene; Nelson Gonçalves; Waldick Soriano; Jackson do Pandeiro; e Gilberto Gil; obviamente se se esquecer de Pixinguinha; Ataulfo Alves e, dentre outros e Chiquinha Gonzaga. Então comecemos, pois a cantar: “O que será, será, que andam cochichando pelas alcovas; o que será, será, o que não tem tamanho”. Ou então aquele cantor que retratou tão bem o underground carioca a cantar: “Na subida do morro, me contaram, que você mexeu com a minha “nêga”, isso não é direito...”.

Devemos, pois alimentar esperanças de que a Academia Brasileira de Letras repense seriamente seus parâmetros de avaliação para que se possa reconhecer com maior acuro esses valores musicais brasileiros que marcaram época e aí estão a serem redescobertos merecidamente. Mas quando será?

Agnaldo Araújo - DRT – 4230 - DF.

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