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Descontentamento generalizado marca reunião no Sesi

Descontentamento generalizado marca reunião no Sesi Um clima de insatisfação generalizada está marcando a reunião que acontece agora à noite no Teatro do Sesi, convocada pela comissão de acompanhamento das obras de requalificação do bairro. Os integrantes da Comissão manifestaram descontentamento com a morosidade e falta de planejamento na execução das obras, com o não cumprimento dos prazos na entrega de trechos prometidos e das várias frentes de trabalho abertas ao mesmo tempo gerando problemas para comerciantes e moradores. Os integrantes do Rio Vermelho em Ação deixaram claro que não se sentem representados pela Comissão, que segundo eles, aliou-se à prefeitura e está validando um projeto sem participação popular, sem a realização de audiência pública.

Foi questionada também a presença na Comissão do ex- secretário de Gestão da prefeitura de Salvador, Alexandre Pauperio, alvo de uma ação pública por improbidade administrativa. Foi dito que os integrantes da comissão se aliaram à Prefeitura para garantir suas reivindicações e agora estão vendo a bronca que é o atual projeto e estão buscando apoio de outras pessoas. Geovani, um dos integrantes da Comissão de Obras, que estava presidindo o encontro respondeu afirmando que nenhum integrante do grupo pertence à prefeitura, que se reuniram para acompanhar as obras e reivindicar melhorias para todo o bairro, que conseguiram alguns resultados positivos, mas muitos questionamentos ainda estão sem resposta. Um outro disse que o fato de existir uma comissão não impede a criação de outros grupos para fazer as suas reivindicações específicas. Houve quem argumentasse que o momento é de união para que a obra termine da melhor maneira possível. Foi feita a proposta para a renovação da Comissão com a presença de outras pessoas, mas muitos dos que estavam na reunião disseram que a mesma não tem legitimidade, que para isso deveria ter sido constituída em audiência pública, o que não aconteceu. Um dos participantes disse que questões menores estavam sendo colocadas como as que que afetam a cada um, quando o problema maior é o projeto neo-liberal que o prefeito está implantando na cidade e argumentou que as reuniões realizadas não podem ser classificadas como participação popular, mas uma “molecagem”. A AMARV também foi duramente criticada porque segundo argumentaram, validou as obras sem a necessária consulta popular. Um integrante da comissão chegou a afirmar que foram enganados pela prefeitura, enfim, praticamente todos que usaram a palavra manifestaram algum tipo de insatisfação.

Em meio à discussão foi dito que o Blog do Rio Vermelho não poderia ser citado como um meio de divulgação oficial. É obvio que não é nem pretende ser. O meio de comunicação oficial da Prefeitura é o Diário do Município. O Blog é a forma de comunicação mais moderna de participação das comunidades e a maneira mais eficiente de fazer chegar as reivindicações dos moradores aos órgãos públicos. E no caso especifico do nosso Blog, que é feito com a participação diária dos moradores há mais de cinco anos, tem sido a voz do bairro onde quase tudo relacionado ao Rio Vermelho é divulgado. A reunião prossegue, vamos ver se chegará a algum consenso.

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4 comentários:

  1. Sinceramente... 30 pessoas descontentes "ACHAR" que falam pelo Rio vermelho ?? É brincadeira !! Salvador abandonada, o Rio Vemelho idém e quando vem algo pro bom pra ambos ficam estes, desculpem o termo, BABACAS, criticando "o projeto neoliberal do Prefeito"... Quanta perda de tempo... E o importante: As bocas de lobo da paciência alguém retrucou ? A ciclovia vai tomar quase todo passeio, deixará em alguns pontos com MEIO metro de passeio, alguém contestou ?? Ainda bem o as obras continuam !! Viva a Salvador !! Viva ao Novo Rio vermelho que renasce das cinzas e do abandono !! Antonio Oliveira

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  2. Estou achando essas discussões bizarras, a prefeitura deveria fazer uma pesquisa com os moradores prá esse pingo de gente ficar sabendo que a grande maioria dos moradores está satisfeita e quer ver o Rio Vermelho lindo. Concordo com Ana quando afirma que o bairro estava completamente abandonado, e agora que estão fazendo um trabalho bem feito inclusive mexendo na rede de drenagem que há muito necessitava de uma intervenção. aparece a turma do contra. Outra coisa, esses comerciantes que estão ai reclamando perguntem a eles o que fizeram pelo bairro? Eu digo: ganhar dinheiro e espalhar lixo por tudo que é canto. Façam-me o favor!

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  3. É lastimável o apoio apriorísticio que os comentários de Rita e Ana. Mas do que a prefeitura é a comunidade. A prefeitura está sempre envolta em compromissos políticos, e passa como um trator sobre tudo que se quer para o bairro. Poderia ter feito mil reparos no bairro, de maneira pontual, sem essa interferência pesada e burra. Sem falar das pedras portuguesas que fazem realmente muita falta. O largo de Santana não ficou bonito.

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    1. Lastimável é esse grupo que quer fazer prevalecer a opinião como se donos da verdade fossem, quando a grande maioria dos moradores está vendo que a obra vai melhorar muito a acessibilidade no bairro . Pode até ser que um ponto ou outro não esteja dentro do conforme, mas uma obra dessa envergadura com certeza não vai agradar a todo mundo. Eu que circulo diariamente no Rio Vermelho, mesmo com as obras inacabadas já estou sentido a diferença de andar em passeios livres de buracos em toda extensão da João Gomes. O que adiante pedras portuguesas sem conservação? As pessoas tropeçando nos buracos se despencando no chão, como aconteceu com Dona Paola, moradora do bairro que levou vários pontos no braço pela queda de tomou nas proximidades do ponto de ônibus nas imediações da Clinica Amo. Falam em preservação do bairro? Que preservação? O Rio Vermelho estava descuidado, abandonado, descaracterizado . Moro no bairro tem mais de 20 anos e nunca vi esses pessoas que agora estão se manifestando contra as obras fazer nada pelo bairro. Se for averiguar até o passeio das casas onde moram deve estar todo escangalhado como os do Largo de Santana, onde os comerciantes nunca se preocuparam em preservar. Vão procurar o que fazer!

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